quinta-feira, 3 de setembro de 2009




As circunstâncias entre as quais você vive determinam sua reputação.
Manuel Carneiro de Sousa Bandeira Filho nasceu em Recife (PE) em 1886. Depois de morar no Rio, em Santos e em São Paulo, a família regressou ao Recife, onde permaneceu por mais algum tempo. A nova mudança para o Rio levou o menino a ser matriculado no colégio Pedro II. Com 17 anos, Manuel Bandeira foi para São Paulo, a fim de ingressar na Escola Politécnica, mas já no ano seguinte (1904) ficou tuberculoso. Abandonou os estudos, passando temporadas em várias outras cidades, de clima mais propício ao seu estado de saúde. Em 1913 partiu para a Suíça em busca de tratamento. Regressou no ano seguinte, pois estava começando a Primeira Guerra Mundial. Em 1917 publicou seu primeiro livro: A Cinza das Horas.
Clique sobre a foto p/ visualizar em tam/ original.
Aceitar o castigo imerecidonão por fraqueza, mas por altivez,
no tormento mais fundo o teu gemido trocar num grito de ódio a que o fez.
As delícias da carne e pensamentocom que o instinto da espécie nos engana,
sobpor ao generoso sentimentode uma afeição mais simplesmente humana.
Não tremer de esperança e nem de espanto.
Nada pedir nem desejar senão a coragem
De ser um novo santo. sem fé num mundo além do mundo.
E então morrer sem uma lágrima que a vida
Não vale a pena e a dor de ser vivida.
Manuel Bandeira
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
Djavan

Djavan
Será que vale à pena... Ser o estar?... Falar mais do que ouvir?... Pensar somente o seu pensamento e não olhar para os lados?... Sobrepor-se demais sobre os outros egos?... Mergulhar num mar de orgulho?... Inventar castelos de ilusões?... Fingir que a porta não está aberta?... Mentir quando se sabe o que é verdade?... Pular todos os tipos de respostas? Quem provar me diga se vale mesmo à pena, pois deixar de se ter oportunidades de felicidade para forjar um belo plano de fundo num lago artificial, isso pra mim não é vida. Vida é quando sabemos respeitar quem nos respeita, tratar bem quem nos é generoso, ser alegre com quem nos quer bem e, sobretudo, compartilhar os momentos como se estes fossem os últimos daquela temporada. Pra mim é isso, é olhar bem no fundo dos olhos e ver alguém que está no final daquela rua e perceber que mesmo os “melhores” um dia precisarão dos “menos favorecidos”.
Vida, palavra que nos leva a pensar o porque de fatos acontecerem e nos afetarem, deixando suas marcas e cores gravadas em nossos olhares. E é através dela que percebemos o valor de grandes pessoas, frutos de grandes amizades, pessoas estas que seguem conosco em qualquer batalha, são estrelas familiares que escrevem a nossa emoção dia-a-dia e sabem dizer a palavra certa no “tempo certo”. Então, seja de sangue ou não, por que não agradecer a Deus por ter esses verdadeiros presentes com cada um de nós? É a partir daí que todos os significados irão aparecer e conheceremos no amanhecer a melodia de bons sentimentos.
Você me tem fácil demais Não faça assim
Você me diz o que fazer
Me diz até o que vestir
Não faça assim
Olho para a chuva que não quer cessarNela vejo o meu amor
Esta chuva ingrata que não vai parar
Pra aliviar a minha dor
Eu sei que o meu amor pra muito longe foi
Numa chuva que caiu
Oh, gente! Por favor pra ela vá contar
Que o meu coração se partiu
Chuva traga o meu benzinho
Pois preciso de carinho
Diga a ela pra não me deixar triste assim...
O ritmo dos pingos ao cair no chão
Só me deixa relembrar
Tomara que eu não fique a esperar em vão
Por ela que me faz chorar.
Oh, chuva traga o meu benzinho!
Pois preciso de carinho
Diga a ela pra não me deixar triste assim
O ritmo dos pingos ao cair no chão
Só me deixa relembrar
Tomara que eu não fique a esperar em vão
Por ela que me faz chorar.
Oh, chuva traga o meu amor!
Chove, chuva traga o meu amor
Oh, chuva traga o meu amor!
Chove, chuva traga o meu amor...














.jpg)
