quarta-feira, 2 de setembro de 2009
Djavan

Djavan
Será que vale à pena... Ser o estar?... Falar mais do que ouvir?... Pensar somente o seu pensamento e não olhar para os lados?... Sobrepor-se demais sobre os outros egos?... Mergulhar num mar de orgulho?... Inventar castelos de ilusões?... Fingir que a porta não está aberta?... Mentir quando se sabe o que é verdade?... Pular todos os tipos de respostas? Quem provar me diga se vale mesmo à pena, pois deixar de se ter oportunidades de felicidade para forjar um belo plano de fundo num lago artificial, isso pra mim não é vida. Vida é quando sabemos respeitar quem nos respeita, tratar bem quem nos é generoso, ser alegre com quem nos quer bem e, sobretudo, compartilhar os momentos como se estes fossem os últimos daquela temporada. Pra mim é isso, é olhar bem no fundo dos olhos e ver alguém que está no final daquela rua e perceber que mesmo os “melhores” um dia precisarão dos “menos favorecidos”.
Vida, palavra que nos leva a pensar o porque de fatos acontecerem e nos afetarem, deixando suas marcas e cores gravadas em nossos olhares. E é através dela que percebemos o valor de grandes pessoas, frutos de grandes amizades, pessoas estas que seguem conosco em qualquer batalha, são estrelas familiares que escrevem a nossa emoção dia-a-dia e sabem dizer a palavra certa no “tempo certo”. Então, seja de sangue ou não, por que não agradecer a Deus por ter esses verdadeiros presentes com cada um de nós? É a partir daí que todos os significados irão aparecer e conheceremos no amanhecer a melodia de bons sentimentos.
Você me tem fácil demais Não faça assim
Você me diz o que fazer
Me diz até o que vestir
Não faça assim
Olho para a chuva que não quer cessarNela vejo o meu amor
Esta chuva ingrata que não vai parar
Pra aliviar a minha dor
Eu sei que o meu amor pra muito longe foi
Numa chuva que caiu
Oh, gente! Por favor pra ela vá contar
Que o meu coração se partiu
Chuva traga o meu benzinho
Pois preciso de carinho
Diga a ela pra não me deixar triste assim...
O ritmo dos pingos ao cair no chão
Só me deixa relembrar
Tomara que eu não fique a esperar em vão
Por ela que me faz chorar.
Oh, chuva traga o meu benzinho!
Pois preciso de carinho
Diga a ela pra não me deixar triste assim
O ritmo dos pingos ao cair no chão
Só me deixa relembrar
Tomara que eu não fique a esperar em vão
Por ela que me faz chorar.
Oh, chuva traga o meu amor!
Chove, chuva traga o meu amor
Oh, chuva traga o meu amor!
Chove, chuva traga o meu amor...
Eu quero ficar perto De tudo o que acho certo Até o dia em que eu mudar de opinião A minha experiência Meu pacto com a ciência Meu conhecimento é minha distração Coisas que eu sei Eu adivinho sem ninguém ter me contado Coisas que eu sei O meu rádio relógio mostra o tempo errado Aperte o play Eu gosto do meu quarto Do meu desarrumado Ninguém sabe mexer na minha confusão É o meu ponto de vista Não aceito turistas Meu mundo ta fechado pra visitação Coisas que eu sei O medo mora perto das idéias loucas Coisas que eu sei Se eu for eu vou assim não vou trocar de roupa É minha Lei Eu corto os meus dobrados Acerto os meus pecados Ninguém pergunta mais depois que eu já paguei Eu vejo o filme em pausas Eu imagino casas Depois eu já nem lembro do que eu desenhei Coisas que eu sei Não guardo mais agendas no meu celular Coisas que eu sei Eu compro aparelhos que eu não sei usar Eu já comprei Ás vezes dá preguiça Na areia movediça Quanto mais eu mexo mais afundo em mim Eu moro num cenário Do lado imaginário Eu entro e saio sempre quando eu tô afim Coisas que eu sei As noites ficam claras no raiar do dia Coisas que eu sei São coisas que antes eu somente não sabia...
Agora eu sei...!
Danni Carlos
terça-feira, 1 de setembro de 2009
Celebridades no Twitter, atentem para a notícia a seguir: uma contadora neozelandesa chamada Maria da Graç... digo, Vicki Walker, perdeu o emprego por usar CAPSLOCK. Mas isso não é tudo. Além de ser uma entusiasta do "fixa mai", ela também usava negrito e letras em vermelho em seu correio eletrônico. Assim:
EU NÃO ESTOU GRITANDO, NEM QUERO SER MAL EDUCADA, GALERA. SEMPRE QUE ESCREVO NO COMPUTADOR, ESCREVO ASSIM. É O MEU JEITINHO!
O empregador, muito provavelmente de saco cheio da mulher e sem uma desculpa melhor que justificasse uma demissão por justa causa, alegou que seus emails prejudicavam o ambiente de trabalho na empresa onde Vicky trabalhava há dois anos. A contadora, porém, recorreu à justiça do trabalho da Nova Zelândia e agora vai receber uma indenização equivalente a 22 mil reais pelos danos decorrentes de sua demissão.





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