sábado, 7 de novembro de 2009


Freqüentemente, eu me pergunto:
" O que cada um de nós está
fazendo neste planeta?
Se a vida for somente tentar aproveitar o
máximo possível as horas e minutos,
esse filme é bobo.
Tenho certeza de que existe
um sentido melhor em tudo o que vivemos.
Para mim, nossa vinda ao planeta
Terra tem basicamente dois motivos:
- evoluir espiritualmente e
- aprender a amar melhor.
Todos os nossos bens na verdade não são nossos.
Somos apenas as nossas almas.
E devemos aproveitar todas as oportunidades que a vida nos dá para nos aprimorarmos como pessoas.
Portanto, lembre sempre que os seus fracassos são sempre os melhores professores e é nos momentos difíceis que as pessoas precisam encontrar uma razão maior para continuar em frente.
As nossas ações,especialmente quando temos de nos superar, fazem de nós pessoas melhores.
A nossa capacidade de resistir às tentações,aos desânimos para continuar
o caminho é que nos torna pessoas especiais.
Ninguém veio a essa vida com a missão de juntar dinheiro e comer do bom e do melhor.
Ganhar dinheiro e alimentar-se faz parte da vida,mas, não pode ser a razão da vida.
Tenho certeza de que pessoas como Martin Luther King,Mahatma Ghandi, Nelson Mandela,Madre Tereza de Calcutá, Irmã Dulce,Betinho e tantas outras anônimas,
que lutaram e lutam para melhorar a vida dos maisfracos e dos mais pobres,
não estavam motivadas pela idéia de ganhar dinheiro.
O que move essas pessoas generosas a trabalhar diariamente, a não desistir nunca?

A resposta é uma só:

a consciência de sua missão nesta vida.

Quando você tem a consciência de que através do seu trabalho você
está realizando sua missão você desenvolve uma força extra, capaz de levá-lo ao cume da montanha mais alta do planeta.
Infelizmente, muita gente se perde nesta viagem e distorce o sentido de sua existência pensando que acumular bens materiais é o objetivo da vida.
E quando chega no final do caminho percebe que o caixão não tem gavetas e que ela só vai poder levar daqui o bem que fez às pessoas.
Se você tem estado angustiado sem motivo aparente está aí, um aviso para parar e refletir sobre o seu estilo de vida.
Escute a sua alma:

ela tem a orientação sobre

qual caminho seguir.

Tudo na vida é um convite para o avanço e a conquista de valores,

na harmonia e na glória do bem.



Roberto Shinyashiky

domingo, 4 de outubro de 2009

Vale a pena!!!!

Vale a pena a tentativa e não o receio
Vale a pena confiar e nunca ter medo
Vale a pena encarar e não fugir da realidade
Ainda que eu fracasse, vale a pena lutar
Vale a pena discordar do melhor amigo e não apoiá-lo em suas atitudes erradas
Vale a pena corrigí-lo
Vale a pena encarar-me no espelho e ver se estou certo ou errado
Vale a pena procurar ser o melhor e aí...
Vale a pena ser o que for
Enfim
Vale a pena viver a vida, já que a vida não é tudo que ela pode nos dar
Mas sim tudo o que podemos dar por ela.

Lidiane Narcizo



Ser feliz não é ter uma vida isenta de perdas e frustrações.
É ser alegre, mesmo se vier a chorar;
É viver intensamente, mesmo no leito de um hospital;
É nunca deixar de sonhar, mesmo se tiver pesadelos;
É dialogar consigo mesmo, ainda que a solidão o cerque;
É sempre ser jovem, mesmo se os cabelos embranquecerem.
É contar histórias para os filhos, mesmo se o tempo for escasso;
É amar os pais, mesmo se eles não compreenderem;
É agradecer muito, mesmo se as coisas derem erradas;
É transformar erros em lições de vida;
Ser feliz é sentir o sabor da água, sentir o frescor de uma brisa a tocar-lhe o rosto, é sentir o cheiro de terra molhada;
É extrair das pequenas coisas, grandes emoções;
É encontrar todos os dias, motivos para sorrir, mesmo que não existam grandes fatos;
É rir de suas próprias tolices;
É não desistir de quem se ama, mesmo se houver decepções;
É ter amigos para pedir consolo e dividir alegrias;
É agradecer a Deus pelo espetáculo da vida...
e perceber o quanto é facil e simples ser feliz...
Lidiane Narcizo

Evolução!!!

Quando vc fraquejar frente aos desafios da ciência, sinta se feliz.
É sinal que você muito evoluiu na escala do conhecimento.
E quanto mais se enontrar, maior será seu horizonte.
Logo, menos saberá.

Lidiane Narcizo

Decisão!!!


Um dia você se perderá no vazio do seu próprio coração.

Encontrará um canyon, com toda beleza e majestade, mas que lhe fará medo.

Então sentirá a felicidade e a desgraça.

Por um lado a desgraça que poderá advir.

Por outro lado a alegria da realização.

Frente a esse abismo, seu cérebro ficará confuso e vacilante.

Não saberá se caminha adiante ou se recua.

Caminhar poderá ser o encontro da garganta do inferno e recuar seria sucumbir o seu próprio coração solitário.



Você decide!!!

Lidiane Narcizo


quarta-feira, 9 de setembro de 2009

O esgotamento do ser


E dar as rosas era quase tão bonito como as próprias rosas», escreveu Clarice Lispector no seu conto «A Imitação da Rosa». Fui buscá-lo esta noite, talvez pela necessidade de encontrar no pensamento alheio um enunciado do que seja a amabilidade na generosidade de aceitar. Achei-o na sua frase «a uma coisa bonita faltava o gesto de dar». Uma mulher que assim pensa, entrega-se à vida, para que ela lhe esgote o ser. Disse-o: «Através de meus graves erros — que um dia eu talvez os possa mencionar sem me vangloriar deles — é que cheguei a poder amar. Até esta glorificação: eu amo o Nada.

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Um DJ que usa os pés - em vez da mãos - para mixar discos se tornou uma estrela da noite na Espanha e um dos destaques deste verão europeu. O francês Pascal Kleiman, radicado na Espanha há 26 anos, nasceu sem braços devido a uma malformação fetal causada pelo medicamento talidomida, ingerido por sua mãe na gravidez.
A deficiência física, no entanto, não o impediu de tentar a carreira de DJ. Como Kleiman conta no documentário espanhol "Héroes, no hacen falta alas para volar" ("Heróis, não é preciso asas para voar", em tradução livre), prêmio Goya ao melhor curta-metragem deste ano, "aprender a usar os pés foi uma resposta natural".
O filme ganhou mais de 30 prêmios internacionais, aumentando ainda mais a popularidade do DJ.

Persistência
Kleiman adotou a profissão em 1989, quando trancou o curso de Direito e começou a tocar para os amigos.
Autodidata, descobriu que "aquilo era a única coisa que permitia uma expressão absoluta".
A partir dali, passou a dar shows pela Europa, Austrália, China e Estados Unidos, e em 2009 foi eleito por publicações espanholas um dos melhores DJs locais do verão.
Filho de um clarinetista de jazz, Pascal Kleiman considera um exagero ser chamado de "herói", mas admite ter feito muitos esforços para realizar seu sonho com a música.
Quando criança, aprendeu a ler e escrever com o avô e compreendeu cedo que usando os pés poderia superar quase qualquer limitação.
"Meus pais me diziam que quando eu era bebê chorava quando me vestiam com este tipo de macacão que cobre os pés, porque aquilo me cortava o movimento. Meus pés sempre foram claramente minhas ferramentas de primeira necessidade", afirmou no documentário.
Por isso, declarou no filme que a persistência e a capacidade de adaptação são suas "armas secretas", e gostaria que muitos espectadores pudessem ver o documentário para acreditar em suas próprias possibilidades.
"Vivemos em uma sociedade que não está feita para nós (deficientes), portanto temos que nos adaptar a tudo. O que consegui foi me adaptando e acreditando em que tudo é possível".
O DJ que já tocou até numa discoteca em pleno deserto no Oriente Médio percorreu 88 países com a promoção do filme sobre a vida dele, do autor espanhol Ángel Loza.
Com o sucesso do documentário e dos shows, a única coisa que espera é "continuar tendo uma vida normal", inclusive com seus dois filhos, que nasceram perfeitos, mas também estão aprendendo a usar os pés para atuar como DJs.

segunda-feira, 7 de setembro de 2009


É acreditar que a vida se renova a cada instante.
Que nunca estaremos sozinhos, haverá sempre uma Luz a nos guiar.
Que as derrotas sofridas no hoje, serão as vitórias do amanhã.
É compreender que o progresso espiritual é gradativo, mas possível, basta que caminhemos dia a dia, enfrentando as dificuldades.
É buscar na prece o auxílio quando a angústia busca invandir nosso coração.
É vencer a dúvida, se aliando à confiança de que podemos enfrentar qualquer desafio que a vida nos apresentar.
Que dentro de cada um de nós existem as ferramentas necessárias para que preparemos o terreno a nossa frente.
É não temer a tempestade, porque temos um manto de proteção a nos envolver.
É chorar sim, quando necessário, mas jamais ocultar o sorriso eternamente.
É compreender que a fraternidade nasce dos pequenos gestos.
É fazer no agora o que já somos capazes e continuar caminhando, para que no futuro, possamos mais ainda.
É compartilhar alegrias e tristezas.
Compreender que a dor que fere, também é aquela que educa o espírito.
Que provas fazem parte de nossa caminhada até o Pai.
É buscar constantemente pela evolução espiritual, porque cada um de nós tem potencial para isso, independente das fragilidades que ainda possua.
Que mesmo quando o medo nos envolver, podemos em instantes nos aliar a espiritualidade maior e vencê-lo.
É não parar no meio do caminho, pelo contrário, é prosseguir, mesmo a passos vacilantes, é perserverar, é caminhar mesmo entre espinhos, porque só assim se chega a um novo horizonte.
É buscar a Luz, sem se esquecer de também acender a própria luz interna.
É passar pelo sofrimento que vier com a certeza que somos amparados pela Providência Divina.
É sentir o Mestre caminhando ao nosso lado.
É assumir as próprias fraquezas sem se envergonhar, porque ainda estamos a caminho da perfeição, mas a ela chegaremos.
É acordar a cada manhã, compreendendo que a nossa frente há uma página em branco e que nela podemos rescrever a nossa história.
É ir adiante, mesmo que sol não esteja brilhando.
É buscar dentro de nós a presença do Pai, porque Ele está em nós.
É amar a todos que encontrarmos, sem imposições ou barreiras.
É transformar o orgulho em fraternidade.
É combater a todo instante a cólera que ainda possuímos dentro de nós.
É deixar as mágoas que ainda temos em nosso íntimo para trás e perceber o quanto nos tornamos mais leves.
É perdoar, porque perdoando a vida se torna mais bela.
É enxergar em cada pessoa, uma flor, independente dos espinhos que ela traga, afinal, se queremos amor, devemos antes aprender a amar, pois o amor só aparece no caminho daqueles que amam.
É ter certeza de que a Providência Divina não nos abandona e assim, seguir o nosso caminho, cultivando as sementes que nos foram entregues, pois só assim iremos colher os frutos.
A arte de sorrir cada vez que o mundo diz não...É manter a fé sempre acesa, independente do que aconteça, porque com ela, nos fortalecemos e compreendemos que a estória nunca tem fim, continua cada vez que você responde sim.
E a vida se renova.
Sempre...
Lidiane Narcizo


“Eu tinha tanto som na minha cabeça que, de algum jeito ou de outro, eu precisava colocar isso para fora”.
Esta frase talvez resuma todo o conteúdo de uma das mais belas vozes do mundo musical. Suave, doce, meiga, insegura, forte e, ao mesmo tempo, com extrema técnica.
Era assim que Elis Regina encantava platéias e ultrapassava fronteiras com suas canções. Para outros, simplesmente Elis.
Seu auge ocorreu em plena época da ditadura militar.
Enquanto o País passava por graves agressões e severas censuras, Elis corria por fora. Apelidada de “pimentinha”, por Vinícius de Moraes, atingiu seu grande objetivo: cair na graça do público.
Passou por diversos estilos musicais até atingir um novo formato para o mercado musical. Com seus gestos expansivos e sua voz única, nascia a MPB.
Em 1967, no primeiro festival de música brasileira, na TV Excelsior, Elis surpreendeu os cantores consagrados e levantou o público ao defender a canção “Arrastão”. Com 20 anos, sua voz começava a entrar na casa dos brasileiros.
Convidada para apresentar o programa O Fino na Bossa, na TV Record, dividiu o palco com o cantor Jair Rodrigues.
Um grande sucesso foi o especial que gravou junto com o cantor e compositor Tom Jobim. Recentemente relançado pela gravadora Trama, que pertence a seu filho, João Marcelo, para homenagear os 60 anos de seu nascimento, hoje o CD é um dos mais vendidos.
“Esse trabalho é parte do corpo, da paixão que tenho por minha mãe dentro da minha memória”, revelou recentemente o empresário no programa da rádio USP FM.
Dona de um repertório invejável por muitos compositores, suas canções percorreram palcos pelo mundo. Atrás da Porta, Casa no Campo, Fascinação e Madalena fazem parte dessa memória.
Elis também lançou diversos cantores, como Milton Nascimento. “Quando conheci, não sabia seu nome todo. Disse que se chamava Milton Nascimento. Isso me basta”, contava Elis.
Ninguém cantou e representou tão bem a música nacional como a enigmática Elis.
Essa voz se calou. Sua musicalidade e sua alma tornaram-se um único ser, que ultrapassou o especial para ser universal., “... assim falava a canção...”.
Lidiane Narcizo

domingo, 6 de setembro de 2009

Cérebro de silicone


Parece até mentira, mas tenho uma sina terrível. Às vezes chega a incomodar-me.

Gostaria tanto de ser igual a certas pessoas ipócritas mas não consigo.

Acabo sofrendo mesmo sabendo que sou a minoria.

Por tanto não me queira mal. Sou apenas realista.

Por cada dia que passo mais surpresa fico.

Passamos pelo carnaval 2009, euforia total,perversão ao extremo, realmente o limite da degradação juvenil.

Normalmente são nove meses o tempo necessário para que muitas adolescentes recebam o troféu carnavalesco.

Até aí tudo bem, que fazer se consta do nosso calendário essa festa animalesca, medíocre, onde a maioria dos participantes fica ridícula.

Indivíduos que nos impunham respeito, que se mostravam pessoas íntegras, respeitosas aos nossos olhos, agora passaram a ser vulgares igualmente muitos.

Abandonam a hombridade, o porte sério de pai, embonecam-se e correm para o Sambódromo para receber os aplausos sentindo-se uma vedete.

Embora a escolha deva ser respeitada.O cruel é ter que assistir depois do carnaval, repetitivas vezes na televisão, as insossas entrevistas das vencedoras,muitas novamente com as suas respectivas fantasias.

O assunto é tão pobre, ruim e maçante que nos dá impressão que colocaram silicone no lugar dos miolos.

Fico a me perguntar: o que está acontecendo com grande percentual de mulheres do nosso Brasil?

O carnaval já passou e muitas ainda se ocupam das telinhas da nossa televisão e mostram o seu cérebro avantajado dentro de minúsculo tapa sexo.

Estamos chegando ao estremo.

Isso gera uma preocupação incrível no meu coraçao

Já não chega Pedro Bial chamar de "Heróis (...)" participantes do Big Brother.

Que Horror! Criança optar por ser jogador profissinal, outros por serem políticos.

Chegará momento em que a juventude optará em abdicar da cultura para ser nada ao invés de estudar e ser útil a humanidade.

Já não se assiste nem programa humorístico que não seja apelativo ao sexo.

Basta uma entrevista onde tenham mulheres bombadas,que não seja uma aula de contracultura. O vazio cerebral dessas tais musas chega a nos desanimar. acreditam que a vida seja esse diminuto mundo, apenas uma vitrina de carne, um rebolado de bunda, um balanceio de peitos, que dispensa a existência de um cérebro.

Então muito enganadas, a vida é muito mais do que isso.

É a oportunidade que tem o espírito para evoluir.

Realmente é um quadro até bonito, mas totalmente inútil, no momento em que transformam a futilidade em obsessão.

Com uma agravante: muitas exibem um corpo lindo; mas multilados pelos piercings, e as bregas tatuagens, sem falar daqueles espetados na língua e nariz, que além de nojentos deixam-nas com aspectos de sujas.

Acabam por denegrir a sua própria imagem, igualando-se a bandidos so submundo do crime.

Permitir o uso desse veículo de comunicação tão importante para transmitir esse nada, é totalmente inaceitável.

Agora com essa onda de mulheres "frutas, filé, pelancas, etc e tal" é lamentável sentir a vulgaridade e a banalização do sexo chegar a tal ponto.

Não consigo imaginar o desgosto dos pais dessas garotas ao assistirem na mesma telinha e nas revistas masculinas a explosão e exposição sensual, sob a alcunha de trabalho, acompanhada da maior implosão cultural intelectual já vista.
Lidiane Narcizo

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